História

O município de Peixe-Boi teve sua ocupação iniciada em 1885, com a chegada dos primeiros colonos pela via do rio Peixe-boi, estabelecendo-se na confluência com o rio Timboteua e o igarapé Jaburu. Inicialmente pertencente a Igarapé-Açu e, posteriormente, a Nova Timboteua, o território foi desmembrado e elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 2.460, de 29 de dezembro de 1961.

O desenvolvimento local foi impulsionado pela inauguração da estrada de ferro Belém-Bragança, em 1907, que favoreceu o surgimento de povoações na região. A economia também ganhou força com a expansão de culturas como a fibra e a malva.

O nome “Peixe-Boi” tem origem no rio que banha o município e no mamífero aquático típico da Amazônia, embora atualmente não seja mais encontrado na região. Seus habitantes são denominados peixeboienses.

Localizado a cerca de 150 km de Belém, o município possui uma área de aproximadamente 450 km², com relevo de planícies e clima variando entre 16°C e 38°C. Destaca-se por seus rios, igarapés de água doce e pelo potencial turístico, atraindo visitantes em períodos festivos.

Atualmente, o município é composto por bairros como Centro, Fátima, Eliolândia e América, além de diversas vilas e localidades que integram sua rica diversidade territorial.

Possui clima tropical úmido de monção (Am), com período chuvoso de três a cinco meses, destacando abril como o mês mais chuvoso. Já setembro, outubro e novembro são os mais secos. A temperatura média anual varia entre 26 °C e 27 °C, com mínimas de 21 °C e máximas de até 32 °C. A umidade relativa do ar é elevada ao longo do ano, e a região conta com alta incidência solar, somando cerca de 2.200 horas de insolação anual.
As principais atividades econômicas do município, por ordem de importância, são o serviço público, o comércio e a pecuária e agricultura. Na atividade pesqueira, destaca-se a pesca artesanal de pequenos pescadores que se utilizam do rio Peixe-boi onde podem ser encontrados as seguintes espécies principais: traíra, cará, pacu, anujá, aracu, piranga, bodó (acari) e camarão. E em cativeiro temos a produção de tilápia e tambaqui. Na cultura agrícola temos a produção de laranja, coco, mandioca, milho, melancia, feijão, abóbora, abacaxi, pimenta-do-reino, caju e açaí. No comércio varejista, a cidade conta com mercadinhos, açougues, farmácias, magazine, bares, padarias, restaurantes, lanchonetes, posto de combustíveis, e confecções.
Acessibilidade